Primeiras verificações: cabos e energia
Verifique os cabos primeiro: o cabo de vídeo e o cabo USB touch devem estar firmemente conectados, em ambas as extremidades, porque uma tela touch com vídeo mas sem touch geralmente tem um cabo USB solto ou desconectado, enquanto uma tela sem nenhum dos dois tem um problema de energia ou de vídeo. Reconecte ambos os cabos, firmemente, e verifique se há danos: um cabo desfiado, dobrado bruscamente ou esmagado deve ser substituído, não reconectado, porque um cabo danificado voltará a falhar.
Verifique também a energia: a unidade deve estar ligada, e seu cabo de energia deve estar firmemente conectado, porque uma unidade em standby ou que perdeu energia não responderá ao touch, por mais bem conectados que estejam seus cabos. Uma unidade que liga mas não mostra imagem tem um problema de vídeo, enquanto uma unidade que mostra imagem mas não responde ao touch tem um problema de touch, e os dois não devem ser confundidos.
Segundas verificações: drivers e calibração
Verifique os drivers em seguida: o computador deve ter o driver touch instalado e em execução, porque uma tela touch sem seu driver é um display sem touch, por mais bem conectados que estejam seus cabos. Reinstale o driver se estiver ausente ou corrompido, e reinicie o computador após a instalação, porque uma mudança de driver geralmente exige reinicialização para ter efeito. Um driver instalado mas desatualizado também pode causar problemas, e atualizá-lo é uma etapa razoável se os cabos estiverem em bom estado.
Verifique também a calibração: uma tela touch que responde, mas no lugar errado, tem um desvio de calibração, não uma falha de hardware, e recalibrá-la restaurará o touch preciso. As ferramentas de calibração geralmente fazem parte do driver, e o comprador que recalibrar deve seguir exatamente as instruções da ferramenta, tocando cada alvo conforme mostrado, porque uma calibração apressada tornará o problema pior em vez de melhor.
Quando pedir ajuda
Peça ajuda quando os cabos, a energia, os drivers e a calibração já tiverem sido verificados e a tela ainda não responder, ou quando a tela apresentar dano físico, como trinca, inchaço ou cheiro de queimado, caso em que deve ser desligada e não mais usada. Descreva as verificações já feitas, os sintomas e o modelo, com precisão, para que o fornecedor possa restringir a causa sem repetir as verificações.
Uma solicitação de ajuda que diz que a tela não funciona, sem dizer quais verificações foram feitas, receberá um pedido para fazê-las, enquanto uma solicitação que lista as verificações e os sintomas receberá um próximo passo específico. O guia de defeitos LCD explica defeitos de display em termos gerais, e as páginas de consulta listam o que confirmar antes de fazer o pedido.
Antes do pagamento, confirme a quantidade mínima de pedido, o prazo de entrega, o pagamento, o frete e os termos de garantia do seu pedido. Certificados disponíveis mediante solicitação.
Prevenindo a próxima falha
Prevenir a próxima falha começa registrando esta: o modelo, os sintomas, as verificações feitas e a solução, porque um registro transforma uma falha isolada em conhecimento que previne a próxima, seja a causa um cabo solto que deve ser fixado, um driver que deve ser atualizado em toda a frota, ou uma calibração que deve ser verificada periodicamente. Uma frota que registra suas falhas verá padrões — um tipo de cabo que se solta, uma versão de driver que falha, um local onde as falhas se concentram — e poderá agir sobre eles, enquanto uma frota que não registra os repetirá.
Prevenção também significa um cronograma de manutenção: cabos verificados periodicamente, drivers atualizados conforme um plano, e calibração verificada quando uma tela é movida ou após um período definido, porque uma tela que recebe manutenção falhará menos do que uma que só é consertada quando quebra. Um cronograma custa pouco — alguns minutos por unidade por período — e evita falhas durante o serviço, quando custam mais caro.